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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2005

- Somos livres...


Somos livres...



Sim, somos livres... livres de nos endividar até aos cabelos.



Sim, somos livres... livres de passar o mês sem dinheiro.



Sim, somos livres... livres de viver na mesma merda a vida inteira.



Sim, somos livres... livres de trabalhar toda a vida e nada ter.



Sim, somos livres... livres de aturar o chefe, porque os empregos estão
difíceis.



Sim, somos livres... de não sonhar porque os sonhos não estão ao nosso
alcance.



Para quê querer mais liberdade se já somos livres?



Livres de nada ser, num mundo em que alguns são tudo...






Miguel Roque

Viver Livremente editou às 18:04
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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2005

- Sexo - Tabus e liberdade







Sexo - Tabus e liberdade



Na tv no cinema até na internet, sexo é o tema principal o campeão de audiencias em programas em visitas na net.

Mas perante tudo isso, e porque todos meus temas giram em torno da liberdade, quanto ao sexo, uma pergunta se me apresenta: há no sexo liberdade se tivermos tabus?

vivemos numa hera em que se pensa haver liberdade de comportamentos. Cada vez mais se pensa viver o dia-a-dia tirando dele o melhor em termos de prazer, as pessoas
se julgam sem tabus. Mas é isso verdade?

Se pensa não ter tabus nem preconceitos, então me responda, qual a sua posição sobre pessoas do mesmo sexo que se relacionam? que pensa você de pessoas que
desejam mudar de sexo?... É ficamos indecisos antes de responder...

Se uma rapariga tiver 2 namorados que pensa você sobre isso? Talvez diga que tudo bem, mas se for um filho ou uma filha sua?



Ainda hoje existe repressão ao sexo e ao prazer, principalmente no que diz respeito às mulheres, no passado tal deu origem a aberrações como a chamada circuncisão feminina, ou, mais adequadamente, mutilação genital feminina. A prática, originada na região do Vale do Nilo há cerca de 5 mil anos, para distinguir as mulheres “de família” das prostitutas e escravas, consiste na retirada parcial ou total do clitóris e dos grandes lábios. O procedimento é feito em condições precárias de higiene, causando problemas urinários, hemorragia, infecção, tétano, traumas psicológicos e levando muitas mulheres à morte. Apesar de alguns registros da prática na Malásia e na América do Sul, trata-se de um costume quase exclusivo da África do Norte e Central. No Sudão, até hoje, uma mulher não consegue casar se não for circuncidada.



Ao contrário do que se pensa, o procedimento não faz parte exclusivamente da tradição sexual islâmica. É praticada por africanos de todas as religiões, incluindo católicos e protestantes, e é tolerada por diversas religiões lideradas por homens. Os adeptos da prática afirmam que essa é uma boa maneira de proteger a saúde das mulheres, devido à sua voracidade sexual inata, que as faz “sofrer” com múltiplos orgasmos. Tanto que o dia da mutilação é celebrado com festas familiares, mesmo por pessoas com bom nível educacional. O evento é ainda mais importante do que o casamento, já que (principalmente para pessoas de nível escolar menor), além de livrar a mulher de seu apetite sexual voraz, a circuncisão evita que o clitóris se transforme em uma espécie de pênis.



Há cerca de 100 anos a maioria das pessoas, inclusive médicos e indivíduos bem educados, acreditava que não existia orgasmo feminino, e que as mulheres que gostavam de sexo sofriam de doenças mentais ou eram moralmente degeneradas (ou as duas coisas juntas)

O único propósito do sexo, para a maioria, era que a ejaculação masculina fosse alcançada o mais rápido possível
(para que a tarefa sórdida não durasse muito) e de preferência com o objetivo alcançado:engravidar a mulher.

Além de pecaminosa, a masturbação foi durante muito tempo considerada prejudicial à saúde física e mental. Acreditando nesses prejuízos à saúde, os médicos inventaram uma série de evidências e síndromes relacionadas ao acto, para convencer a população a parar com a prática.

A maioria das mulheres não sabia que possuíam um clitóris, e as que sabiam, não tinham idéia de onde ele se localizava.

A contracepção era vista como um mal social, moral e médico.

Mulheres que sofriam estupro eram consideradas pecadoras e marginalizadas pela sociedade.

Se repararmos na evolução populacional e moral das sociedades industriais e pós-industriais verificamos uma tendência implacável para a baixa da natalidade, para o envelhecimento da população e para a recessão da heterosexualidade estrita. A reprodução da espécie deixa lentamente de ser uma prioridade da própria espécie. As causas principais desta modificação filogenética são a diminuição drástica da economia agrícola de subsistência, o fim progressivo da economia familiar nas cidades, a proletarização da mulher e o alargamento dos períodos de educação escolar obrigatória. A família tradicional, matrimonial e reprodutiva, entrou em crise e nada parece poder evitar o agravamento da mesma. A percepção da família como um
contrato cada vez mais temporário, do qual decorrem sucessivas reconstituições do agregado, dando origem a todo o género de originalidades jurídicas, meta-parentais e afectivas, origina, por outro lado, uma revisão progressiva dos tabus sexuais em que assentaram as ideologias e condutas humanas no decurso dos últimos milénios, bem como a redefinição cultural da função sexual e do erotismo. Também neste ponto, o século em que acabamos de entrar promete radicalizar algumas novidades comportamentais, de algum modo já anunciadas nas últimas décadas do século XX.



O crescimento e a aceitação social progressiva da homossexualidade masculina e feminina conduziu directamente à noção, hoje plenamente partilhada, de que a liberdade sexual é uma conquista razoável, e que, por conseguinte, o direito a uma sexualidade alternativa deve passar a constar dos direitos constitucionais do cidadão. À pergunta sobre os limites desta liberdade, ninguém parece, por agora, disposto a responder. Mas lá chegaremos, mais cedo do que se espera.



A primeira separação metodológica a operar neste debate é a diferença entre consentimento, exploração e coacção. Os dois últimos termos dizem respeito ao universo da moralidade e da legalidade democráticas, devendo ser tratados no mesmo plano político e jurídico de todas as causas relativas à integridade física, económica, social e moral dos sujeitos. No universo do consentimento, pelo contrário, reside a discussão interessante e fecunda que possamos vir a ter sobre a nova sexualidade. A primeira ideia a caminho de se tornar pacífica é a de que o
sexo, quer dizer, a prática sexual, além de dever ser uma actividade livre, consentida e gratuita, pode ser ao mesmo tempo, embora num plano subjectivo e emocional distinto, objecto de actividades profissionais e económicas diversas. A polémica aqui resume-se ao debate sobre a necessidade da descriminalização, regulação e legalização da prostituição.




Numa era em que a sexualidade não-reprodutiva se tornou omnipresente ninguém consegue explicar porque consideramos normal esmagar os neurónios do adversário num combate de box, ou matar touros numa espectáculo público, ao mesmo tempo que se condena a prestação de serviços sexuais. A objecção da SIDA não vale, na medida em que atravessa todos os regimes da actividade sexual sem excepção.



Legalizada a homossexualidade masculina e feminina, assim como a bi-sexualidade, fica por clarificar quais as concordâncias e reservas mentais relativamente às chamadas perversões sexuais que estão para lá do coito anal e do coito oral, hetero ou homossexual. Que resposta daremos, por exemplo, aos tabus do incesto, da
pedofilia, da zoofilia, da coprofilia e do sado-masoquismo, entre outros?



Antes mesmo que as sociedades pós-modernas estejam preparadas para discutir estas questões, a pornografia deflagrou como uma verdadeira bomba mediática diante de todos nós (adultos e crianças). Em Portugal, por exemplo, um canal com direito de transmissão comercial numa
televisão participada pelo estado exibia á pouco tempo filmes pornográficos "hard-core". Tal como noutros países, em que este fenómeno também ocorre, e tal como sucede na Internet, os "sites" e canais pornográficas são os responsáveis "invisíveis" do sucesso comercial de muitos iniciativas empresariais "inocentes".

Assistimos, aliás, ao nascimento de inúmeras actividades profissionais dedicadas à eliminação dos tabus sexuais e à defesa declarada da criatividade erótica. Os ginásios de libertação sexual sucedem-se à moda dos consultórios eróticos já disseminados pela generalidade dos média. Mas tal como ocorre no universo do tráfico ilegal de drogas, os grandes "trusts" da exploração sexual tentarão manter as suas quotas de expoliação, militando nos labirintos oportunistas do poder, a favor do proibicionismo sexual .

A que conclusão chegaremos, são afinal os tabus um entrave á liberdade sexual?

 


Miguel Roque





Viver Livremente editou às 20:35
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2005

- Liberdade religiosa






 





Liberdade
religiosa




 




Conhecereis a verdade




 


 


 





Religião e fé ao longo dos tempos







Certo dia o
Senhor Jesus Cristo disse: Conhecereis a verdade e ela vos
libertará.



Que palavras animadoras para todos os que temos fé. Mas a
realidade é bem diferente, quer sejamos desta ou daquela
religião, podemos constatar que não somos livres.



1º) Não temos livre interpretação dos Livros Sagrados, pois tal
é feito pelos líderes religiosos armados em donos da
sabedoria... Pergunto eu: Não são eles humanos como nós? Não
temos nós fé como eles? Assim sendo porque podem eles
interpretar as escrituras sagradas e nós não???



2º) Se acaso abandonamos uma certa religião somos acusados em
primeiro lugar de abandonar a Deus - o que que nem sempre é
verdade... E em piores situações até somos acusados de apóstatas,
hereges, etc, etc, se acaso tivermos a ousadia de demonstrar
publicamente crenças contrárias às ensinadas pela religião da
qual saímos.



Quão diferente estas situações estão do que Jesus prometeu, pois
ele também disse: que só tinhamos um líder (Ele). Perante isto,
com que direitos os "donos" das religiões do mundo se armam em
líderes e donos da nossa fé?



Falei da liberdade que não há dentro dos grupos religiosos, mas
que dizer do direito de ser desta ou daquela religião perante
governos políticos que restringem liberdades do povo como o caso
das ditaduras. Têm estes homens o direito de nos roubar a
liberdade de exercermos a fé que aceitamos?



Infelizmente estas são situações em que a liberdade é mais uma
vez ameaçada. Penso que como indivíduos temos direito a termos
nossas crenças de livre e espontânea vontade, não pressionados
por poderes quer religiosos quer políticos.



Deus que é Deus nos deu livre arbítrio.





Miguel
Roque





 










 











 


Viver Livremente editou às 14:19
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