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Este grupo se destina ao livre convívio, sem barreiras de qualquer espécie, tendo apenas como base o respeito mutuo.  Aos que aceitarem este "desafio" desejo que se divirtam.

TODOS SÃO BEM-VINDOS

Domingo, 31 de Julho de 2005

- O sonho dos ratos


O SONHO DOS RATOS

 





Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho
de uma casa velha.

Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos
e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.

Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em
torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho
dos seus narizes.



Comer o queijo seria a suprema felicidade...




Bem pertinho é modo de
dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os
ratos estava um gato... O gato era malvado, tinha dentes afiados e não
dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais
corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e,
era uma vez um ratinho...



Os ratos odiavam o gato e
quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam.

O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam
que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro...



Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos,
denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram

mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um
dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais.



"Quando se estabelecer a ditadura dos ratos", diziam os camundongos, "então
todos serão felizes"...

- O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.

- Socializaremos o queijo, dizia outro.



Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.

Era comovente ver tanta fraternidade.

Como seria bonito quando o gato morresse!

Sonhavam...

Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia.


Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem:
crescem sempre.

E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: "o queijo, já!"...




Sem que ninguém
pudesse explicar como, o facto é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato
tinha sumido.

O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos
passos para fora do buraco.

Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas
não era. O gato havia desaparecido mesmo.

Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria.
Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum.



E foi então que a transformação aconteceu.

Bastou a primeira mordida.

Compreenderam , repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos
queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.

Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para
cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem
inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto do queijo
haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes.



Esqueceram-se do gato.

Eram seus próprios inimigos.

A briga começou.



Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas.

E, acto contínuo, começaram a brigar entre si.

Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a
ordem.



O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

"Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser
dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo
dono".



Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram
condenados a ficar esperando..

Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que
havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no
focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do
gato, o olhar malvado, os dentes à mostra.



Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de
antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença
alguma.

Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato.

Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.


(Rubem Alves)

Viver Livremente editou às 18:14
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2005

- Quando for p'rá sepultura

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Quando for p'rá sepultura.


A esperança nunca é perdida
Nem quando estamos borrachos
Sempre foi assim a vida
Cheia de altos e baixos

Mas podem crer então
Que nesta amalgama intrusa
Onde reina a confusão
A tristeza muito abusa

Vamos dar-lhe um corte
Não deixemo-la vencer
Há que ser muito forte
Apesar disso não parecer

Não é fácil suportar a carga
Duma vida sobrecarregada
Saiamos da estrada larga
Pois ela não leva a nada

Não fiquemos surpresos
Vivemos como podemos
Há vida estamos presos
Pois todos bem sabemos

Só a morte nos libertará
Desta vida de amargura
Tudo finalmente terminará
Quando for p'rá sepultura.

Realizado em 20 de Agosto de 1999
Por: Miguel Gaspar Roque

MIGUEL ROQUE
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Viver Livremente editou às 20:20
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Segunda-feira, 18 de Julho de 2005

- A morte de cada dia !


A morte de cada dia !



Num artigo muito interessante, Paulo
Angelim, que é arquitecto, pós-graduado em Marketing, dizia mais ou menos o
seguinte:



"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e
isso é um erro.



Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia.



A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe
planta sem a
morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não
existe
borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!



A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.




"É a fronteira entre o passado e o futuro..."



Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista
aéreo que
acha que ainda tem muito tempo pela frente.



Quer ser um bom profissional?



Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a
vida se
resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.



Quer ter um bom relacionamento?



Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente,
imaturo,
egoísta ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter
que
dividir espaços, projectos e tempo com mais ninguém.



Quer ter boas amizades??



Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita ou
descomprometida, que só
pensa em
si mesmo.



Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua
conveniência.



Respeite seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos.



Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado,
inferior.



E, qual o risco de não agirmos assim?



O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso
foco,
comprometendo essa produtividade, e, por fim, prejudicando nosso sucesso.




Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se
projectam para o que serão ou desejam ser.



Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como
agiam.



Acabam se transformando em projectos acabados, híbridos, adultos
infantilizados".



Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos as
virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como:
brincadeira, sorriso
fácil, vitalidade, criatividade, tolerância etc.



Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes
infantis, para passarmos a agir como ADULTOS.



Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo
ou amiga) melhor e mais evoluído?

Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o ''egoísmo'' e o
''egocentrismo'', para que nasça o SER que você tanto deseja ser !!



Pense nisso e morra! Mas, ....não esqueça de nascer melhor ainda!





 








"O valor das coisas não está no
tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.



Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e
pessoas incomparáveis."


(Fernando Pessoa)







 

Viver Livremente editou às 21:15
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Domingo, 17 de Julho de 2005

- Liberdade, prisão de muitos


Liberdade, prisão de muitos




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<table border="1" cellpadding="12" cellspacing="12" style="border-collapse: collapse" bordercolor="#FF9900" width="90%" bgcolor="#FFA802">
<tr>
<td width="90%" bgcolor="#F1DA82" bordercolor="#FFA802">
<p align="center"><font color="#0099FF" size="6" face="Arial">Liberdade, prisão de muitos</font></p>
<p align="center">
<img border="0" src="http://viverlivremente.blogs.sapo.pt/arquivo/liberdade_prisao.gif" width="416" height="360"></p>
<p align="justify"><Há os que estufam o peito para falar sobre ela ou ainda
para reivindicá-la, como se liberdade fosse apenas desatar o grito incontido
ou esvaziar do peito a insatisfação ou alegria comprimida. <br>
<font face="Verdana" color="#0099FF" size="4">Já se disse, num passado não muito distante, em um comercial de televisão
que &quot;liberdade é uma calça velha, azul e desbotada, que você pode usar do
jeito que quiser&quot;, como se esta estrada fosse trilhada na solidão dos nossos
passos, ignorando as pegadas dos que nos cercam. <br>
Há os que se arvoram e adentram nas linhas da retórica, desenlaçando
palavras de ordem, regurgitando &quot;chavões&quot; e ilhando-se na miopia do não se
perceber, enquanto participe dos processos de avanços ou recuos nossos e do
nosso País. Penso que apenas a palavra que esculpe o desacerto, destituída
de sugestões para o enfrentamento das questões que nos envolvem é uma
apologia à inoperância. Enquanto cruzarmos braços e nos utilizarmos tão
somente das letras que transbordam facilmente dos nossos lábios ou das
nossas mãos, seremos sempre promessas de homens e de um País do futuro. Ora,
liberdade é mais que uma via de mão dupla e existem sempre mais transeuntes
neste caminhar. <br>
Talvez, aqui caiba uma menção ao livre arbítrio, com que o Mestre Maior tão
generosamente nos agraciou. A vida, a todo e a qualquer momento, nos convida
a escolher. E isto é também uma forma de liberdade ou de auto condenação.
Cabe-nos alargar nossa visão e fazer do acto de olhar, algo mais que ver. <br>
Liberdade requer interacção. A crítica vazia, efectivada por lábios e mentes
ávidos, mas inoperantes, acaba por ser cárcere e prisão solitária. Lembro-me
de um antigo colaborador que possuía inata &quot;habilidade&quot; para desembrulhar
erros e falhas existentes no País, nos Governantes e também aos que mais
próximo lhe rodeavam. Detinha visão requintada para apontar problemas e
desmandos, usando da propalada liberdade de expressão, que tanto lhe
faltara. Quando
questionado sobre alternativas para corrigir rumos, o silêncio era
proporcional à extensão do discurso do desagrado. Igual emudecimento se
dava, quando eu perguntava sobre onde, ele poderia contribuir para a mudança
deste cenário. <br>
Ora, falar apenas o que se pensa e se sente, soa-me como liberdade
falaciosa. A palavra, assim como o sonho sem acção cria bolor. Deixemos as
letras em silêncio, enquanto não tivermos disponibilidade para desalgemarmos
nossas mãos ou enquanto tivermos dedos que apenas apontam, mas que não se
misturam na argamassa do realizar. Ser livre é um acto responsável e de
comprometimento com a transformação daquilo que nos soa como erro ou atitude
falha. Liberdade é ser cúmplice de destinos, sabendo que a nossa acção pode
ser redenção para nós próprios e para outros tantos. <br>
Talvez, fosse oportuno nos indagarmos, o que andamos deixando de fazer, para
contribuir para o descarrilar do comboio desta tal liberdade!</p>
</font><font face="Verdana" color="#0099FF">
</td>
</tr>
</table>
Viver Livremente editou às 19:59
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Sábado, 16 de Julho de 2005

- Falta de educação cívica




Falta de
educação cívica





Trabalho seis dias na semana tendo apenas um dia de folga. Nesta época em
que os calores já se fazem sentir bem, pois estamos quase em Agosto, nada
mais justo que depois do almoço tire uma soneca em dia de folga.



Pois é. Hoje, durante o meu sono de beleza, acordei ouvindo gritar:

"O SENHOR É UM PORCALHÃO!! E NÃO ME OLHE COM ESSA CARA QUE SABE QUE EU
TENHO RAZÃO".



 Era minha esposa na varanda gritando revoltada com um
vizinho que despejava uma quantidade de peixe com água directamente no
contentor do lixo.

Como devem imaginar, com o calor e em contacto com todo
o outro lixo, aquilo vai virar um mau cheiro que logo quando despejarem o
contentor vai deixar um cheiro horrível na rua por algum tempo.



Realmente, uma grande parte de nós portugueses não temos ainda o civismo
necessário para saber viver em sociedade. Como é possível que possamos ter
comportamentos destes sabendo que isso irá afectar a própria saúde
pública??



HAJA PACIÊNCIA.






 



 Procedimentos
Correctos:  









Acondicionar o lixo em sacos 

bem fechados
 



Não o despejar directamente 

no contentor  
     



Não depositar o lixo à volta 

do contentor  
 



Deixar sempre a tampa do 

contentor fechada  



 

Viver Livremente editou às 16:47
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2005

- Distâncias entre corações



DISTÂNCIAS ENTRE
CORAÇÕES





Um dia, um pensador indiano
fez a seguinte pergunta a seus discípulos:



"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"



"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.



"Mas, porquê gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"



Questionou novamente o pensador.



"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro
discípulo.



E o mestre volta a perguntar:



"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"



Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.



Então ele esclareceu:



"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?



O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se
afastam muito.



Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se
mutuamente.



Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um
ao outro, através da grande distância.



Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?



Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê?



Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.



Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.



E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se
olham, e basta. Seus corações se entendem.



É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."



Por fim, o pensador conclui, dizendo:



"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam
palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será
tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".







 
Viver Livremente editou às 23:13
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Domingo, 3 de Julho de 2005

- Tatuagem




 






Tatuagem




 


Certo
dia, um empresário de sucesso resolveu fazer uma tatuagem.

Chegando na casa de tatuagem, decidido, pediu a o tatuador que produzisse
uma nota de cem dolares no seu órgão genital.

Espantado o rapaz disse:

- Senhor, uma tatuagem no seu órgão genital será muito dolorido, o senhor
não prefere escolher outro local ?

Decidido o homem insistiu.

Curioso o tatuador perguntou:

- Mas senhor por que uma nota de cem dolares? E no seu órgão genital ?

Percebendo o espanto do rapaz o homem lhe explicou:

- Meu amigo tenho vário motivos:

1. Sou um empresário e adoro ver dinheiro crescendo.

2. Minha mulher é economista e adora ver dinheiro entrando e saindo.

3. Minha amante é uma exploradora e adora ficar chupando o meu dinheiro.

4. E último, porque vivo dizendo aos meus funcionários que um dia vou encher
o rabo deles de dinheiro...


Diogo Morgado

 


Viver Livremente editou às 19:49
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